segunda-feira, 29 de maio de 2017

✰ Baralho Cigano ✰

* Resumo dos Significados das 36 Cartas do Baralho Cigano *
Aspectos Positivos / Negativos / Neutros
   

O Baralho Cigano clássico foi elaborado por Madame Lenormand, uma francesa do século XVIII. Ela chegou a fazer previsões ao próprio Napoleão Bonaparte e à sua esposa Josephine de Beauharnais.

  Não se deve, contudo, confundir o tarô cigano com o tarô tradicional - enquanto que o tradicional conta com 78 lâminas (sendo 22 arcanos superiores e 56 cartas menores), o cigano tem apenas 36 e, embora possa ser utilizado o mesmo método de jogo para os dois tipos de baralho, eles têm algumas diferenças fundamentais.

Primeiro, o baralho cigano, por ser reduzido, traz uma resposta menos detalhada da situação, formando um panorama mais generalizado; já o tarot tradicional, além de mais complexo em número de informações, tem também as nuances dos arcanos maiores, que combinam de forma variada com os menores para criar diferentes aspectos, o que gera um número de combinações muito superior ao possibilitado pelo sistema cigano.

Isso não significa que um seja melhor que o outro, contudo; é preciso jogar com os dois baralhos para sentir qual estilo combina mais com a sua intuição, qual lhe transfere mais conforto e segurança, com qual você se identifica mais, enfim.

A seguir, separei imagens que resumem os significados das cartas ciganas e seu aspecto positivo / negativo ou neutro, além de um sistema de jogo que é muito prático e fácil para qualquer iniciante:

JOGO DO SIM / NÃO / TALVEZ
Para consultar seu tarô cigano e obter uma resposta direta (sim, não ou talvez), sente-se de forma confortável em um ambiente tranquilo e que não esteja bagunçado. Acenda antes um incenso e, se desejar, faça uma oração para harmonizar a si e ao ambiente. Em seguida, embaralhe as cartas, concentrando-se na pergunta que tem em mente para obter uma resposta simples - sim, não ou talvez. Em seguida, corte o baralho e tire as três cartas de cima, posicionando-as à sua frete (recomendo que se utilize um pano ou toalha para o jogo, que também servirá para guardar o baralho).

A seguir, leia a resposta para sua pergunta de acordo com o esquema abaixo:


RESPOSTA POSITIVA
1 carta positiva + 1 carta positiva + 1 carta positiva (SIM muito forte)
1 carta positiva + 1 carta positiva + 1 carta neutra (SIM forte)
1 carta positiva + 1 carta neutra + 1 carta neutra (SIM fraco / TALVEZ)
1 carta positiva + 1 carta positiva + 1 carta negativa (SIM ou TALVEZ, com ressalvas e alguma dificuldade)

RESPOSTA NEGATIVA
1 carta negativa + 1 carta negativa + 1 carta negativa (NÃO muito forte)
1 carta negativa + 1 carta negativa + 1 carta neutra (NÃO forte)
1 carta negativa + 1 carta neutra + 1 carta neutra (NÃO fraco / TALVEZ)
1 carta negativa + 1 carta negativa + 1 carta positiva (NÃO ou TALVEZ, envolvendo muita luta para conseguir um SIM)

RESPOSTA NEUTRA / TALVEZ
1 carta neutra + 1 carta neutra + 1 carta neutra (TALVEZ, falta ação ou energia para o projeto)
1 carta positiva + 1 carta neutra + 1 carta neutra (SIM fraco / TALVEZ)
1 carta positiva + 1 carta neutra + 1 carta negativa (TALVEZ, há muita confusão / turbulência)
1 carta positiva + 1 carta positiva + 1 carta negativa (SIM ou TALVEZ, com ressalvas)
1 carta positiva + 1 carta negativa + 1 carta negativa (NÃO ou TALVEZ, envolvendo muita luta para conseguir um SIM)

SIGNIFICADO DE TODAS AS CARTAS:











quinta-feira, 18 de maio de 2017

✫ A perspectiva celeste de Felipe Sali ✫

Sali nos presenteia, em Mais Leve que o Ar, com uma história repleta de sensibilidade e sabedoria. Estar em um reino distante com tecnologia retrógrada é o que dá à história um panorama interessante, tirando-a do lugar comum justamente pelo recurso da apresentação do velho como novo, provocando uma sensação curiosa no leitor.
Os diálogos são verossímeis, um tanto poéticos, combinando com o ambiente em que as personagens se encontram, e o enredo tem um ritmo uniforme com ações bem posicionadas, conduzindo o leitor perfeitamente ao seu clímax aéreo. Não me espanta que a história tenha sido lida por mais de 500 mil vezes no Wattpad - seu embalo é tão delicioso e suave quanto o de um pássaro a flutuar.

Além disso, a capa belíssima do livro traz um design sensacional, podendo ser aberta como um pôster horizonta!

Acesse a história na íntegra pelo Wattpad: http://w.tt/2rve6w7

terça-feira, 16 de maio de 2017

✮ NOITE à DERIVA ✮

O livro Noite à Deriva, de Amanda Reznor, já está disponível para download gratuito!


Antologia com 7 contos sombrios de Amanda Reznor (autora de Delenda & o Vale dos Segredos), nos quais muito suspense e acontecimentos estranhos invadem o Brasil e outras partes do mundo. Contos conhecidos como A Dama dos Corvos, de gênero steampunk, e outros inéditos como o Mal Invisível, do gênero queer, além de um poema entre cada conto para * derivar * ainda mais as emoções do leitor!

Enquanto um casal viaja para uma vila indígena em Manaus sem saber das mortes misteriosas que ali ocorrem, Lola descobre sua paixão por meninas em uma viagem com sua mãe chata - e talvez elas nunca voltem para casa; longe no tempo e no espaço, um conto de horror steampunk invade as páginas com uma inventora que enfrenta todos os preconceitos da época por ser mulher - e bruxa; feitiçaria e escravidão trazem notas de crueldade ao Brasil colonial de El-Rei enquanto que, nas colônicas das Américas, Barba Negra navegava sem saber do terrível fim que o aguardava; séculos depois, a história de Tiradentes será revelada por um viés nada ortodoxo, enquanto um inverno rigoroso trará revelações igualmente desagradáveis a Wang, um chinês desesperado por salvar sua família da fome e do frio. Peço-lhes, pois, que agarrem-se à cama e acendam as luzes, que a noite está prestes a derivar!
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Contos à deriva:
*A Lenda de Kauane
*O Mal Invisível
*A Dama dos Corvos
*Tributo a El-Rei
*O Inferno de Barba Negra
*Revelações de Páscoa
*O Último Pêssego do Fan-Tao
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Poemas à Deriva:
*Banhada à morte
*Épico estrelar
*Eu prefiro a escuridão
*Sangue do sangue
*Coisas sobre mim e...
*Do infinitesimal para dentro - e fora

quinta-feira, 11 de maio de 2017

✮ Contos da Autópsia de 11/05 - Criador de Mundos ✮

Hoje, quinta-feira dia 11, teremos a Autópsia dos contos de Amanda Reznor e Oscar Nestarez no programa Criador de Mundos!

Acompanhe sintonizando no site www.radiogeek.com.br ou baixe o app (ou acesse a seção "Rádio Geek").

Seguem os contos que serão analisados ao vivo!

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RENASCER (Amanda Reznor, 2004)
 
Não, não há mais razão para continuar neste mundo. A dor... Um turbilhão invadia seu ser com fortes trancos de agonia e inconformidade. Os sentimentos fundiam, confusos. As lágrimas brotavam intermitentemente... Por quê? Por que, meu Deus, seria necessário passar por isso tudo?
Por ela não, ela pouco se incomodaria com sofrer, desde que fosse sozinha... Mas assistir àquele show horripilante, sentir a carne esfacelada roçando a sua... Por quê?
O corpo ia se contorcendo, manchando-se com o sangue puro, o vermelho vívido, limpo, abundante, ainda não afetado pelo processo de coagulação.
Fechava os olhos para não ver, não queria ver, aquela imagem fixada na mente, horrível, horrível, mas o líquido espesso ardia dentro dos olhos, tudo estava rubro...
Duas pessoas, dois anjos; caíram, morreram ao tocar o chão. Morreram ao nascer, ao chocarem com a prolixa existência destinada aos seres... Morreram pelas mãos de outrem.
E eram tão lindos, tão apaixonantes... A figura destroçada dos dois, inertes, não era apenas morte, é hórrido! Os rostos destroçados, um olho azul ainda reluzindo...
Ela quis sair dali correndo, um chuveiro, por favor, não posso me sujar com este sangue! Não, ele é limpo, é abençoado demais para mim, por favor, alguém?
Mas estava deserto e calmo; grilinhos cricrilando alegremente, nunca poderiam imaginar um terror daqueles.
Queria ser um grilo, quero ser aquela barata... Os olhos acompanharam a barata que se aproximava. E a barata subiu numa perna ensanguentada. Deixou. Não era capaz de se mover. O trauma ainda a paralisava, tudo muito recente.
Lembranças, miragens, frases cortadas, vozes ecoando em sua mente... Eu não deveria ter avisado que estaríamos ali... Por que concordei em avisar, por que fez aquele pacto? Isso nem ela sabia. Ao menos, era o que menos sentido fazia para ela agora. Ela, que não sabia da história, mas que concordou em participar de tudo. E fora traída. Usada. Bem-feito! Meteu-se onde não devia. Foi má. Estou pagando, eu sei! Eu mereço isso, mereço pior... Mas eles, eles não, por que eles tinham que... Ah! Desatou em soluços profundos.
Mexeu os pés, doeu à beça. Sentiu que uma hora passara, na verdade só haviam passado vinte minutos. Mas era o que ela pressentia. E a consciência remoendo seus miolos. E a dor, não a dor física, mas a dor psíquica, a dor horrenda do arrependimento... Não tem como voltar atrás.
Por um instante ela vislumbrou uma fonte de luz. Estava mais claro. Ela, num quarto semi-iluminado. Entardecer, nenhuma lâmpada acesa. Um choro. Melhor, dois. A casa estava vazia há anos. Levara-os até ali, e agora estava aguardando. O telefone toca. Sim, tudo ocorreu conforme o plano, eu já estou aqui.
De repente, um estalo. Ela não dá muita atenção. Colocá-los no quarto de cima, tudo bem, pode deixar.
Subiu, um cesto largo na mão, o choro prolongando-se. Que merda de choro irritante!
Tudo enegrece novamente... Virou os olhos para baixo, à direita. Preferia que eles estivessem chorando, agora. Que gritassem, seria melhor! Mas estavam ali, quietos... Emudecidos para sempre.
E lá os três corpos permaneceram, impossibilitada a distinção daquele vivo entre os mortos.
Amanhece.  Ela resolvera não sair dali. Estava pagando. Nunca atrasara suas contas. E, ironicamente, não foi o que a levou até ali? O dinheiro curto, topo qualquer parada! Topou. Mas não imaginava que os rendimentos se tornariam tão pequenos perante o débito.
Não quis nem fazer alusões à origem do serviço, só concordou em participar. E preferia nem fazê-las agora...
Só aumentaria o sofrimento. E a conta já estava alta, era melhor terminar logo ou a dívida se estenderia ao inferno! Não aguentava mais.
Os olhos ressecados, ardendo de sono. Não cerraram a noite inteira... Ela cedeu. Um pesadelo após o outro. Um monstro negro, carrancudo, dedos curvados, pontiagudos...
Alguém se aproxima do local. Há um bocado de mato em volta.
Tocaram seu corpo, mas ela não mais se moveu.
 


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Comigo (Oscar Nestarez, 2001)

 

Vamos, só mais um pouco.

 

Continue caminhando. Falta pouco. É logo ali, à beira daquele penhasco. Mais alguns passos... Pronto.

 

Agora olhe lá longe.

Siga meu dedo. No horizonte, perto daquelas montanhas distantes. Vê? Depois dessa planície imensa, embaixo da gente. Já vem vindo. É, é aquela nuvem escura.

Você está bem?

Chega mais perto, então. Logo vai ficar muito frio.

Não, não são berros. Nem uivos. Parecem, mas não são. Tente acreditar que não.

 

Tente não ouvir.

 

Tente abrir mão da audição, pelo menos agora. Você não vai precisar dela.

O que há para se ouvir não é nada agradável.

Sim, o vento é gelado. Abrace-me, estou acostumado.

 

Você treme. É só de frio, não? O medo não seria boa companhia aqui.

Calma, logo vem.

Vê? A nuvem está próxima. Engolindo tudo o que encobre.  

Nem tente enxergar. Você vai ver quando for a hora. Há muito a ser visto. Não é por isso que você está aqui? Não é por isso que você pediu que eu te trouxesse aqui? Tudo no seu tempo.

 

Aproveite a vista. Pelo menos aquela que a nuvem está poupando.

Não, não são uivos. Nem lamentos. Imagine que é o vento, passeando e provocando. Não responda.

Vai ficar cada vez mais alto. Já disse para você esquecer de ouvir.

 

Tudo o que você precisa ouvir é a minha voz.

Grave, monocórdia e sussurrante.

O resto é silêncio.

 

Já está aí. Sim, é muito frio.

Agarre-se a mim. Por um instante, você não vai ver nem ouvir. Só vai sentir.

Eu serei tudo o que você terá.

Minha voz, tudo o que você ouvirá.

Meu corpo, tudo o que sentirá.

 

Agora.

 

Você continua ouvindo os lamentos. Os uivos, os berros, que seja.

Esqueça-os.

Ou os uivos vão ganhar bocas. As bocas vão ganhar rostos. Os rostos, corpos. Os corpos, membros. 
E, acredite, você não quer ver nada disso.

Eu não quis.

 

Há quanto tempo venho aqui?

Desde sempre.

 

Mas “aqui” foi se transformando.

Não me lembro de quando descobri este lugar, mas lembro-me das primeiras vezes em que vim.

Sozinho.

Eu chegava à beira do penhasco, e a visão era deslumbrante.

Nunca tinha visto nada igual. Paisagem de sonho. Indescritível.

Montanhas distantes e protetoras. Vales verdes e indolentes. Estradas misteriosas de rumo remoto. Bosques mágicos e intocados.

 

Eu vinha para cá sempre que podia.

Queria descobrir tudo.

Ver tudo.

Antes, chegava e me saciava a olhar.

Ficava sentado à beira do penhasco, admirando, encantado.

Aos poucos veio a coragem.

Até que uma vez, sem hesitar, tomei impulso e me lancei ao abismo.

Pouco antes de pousar na planície, um pé-de-vento me pegou no colo.

E, aninhado, eu flutuei.

Fazia frio, mas o colo aquecia-me.

 

Você está me ouvindo?

Chegue mais perto.

Ouça só a minha voz.

 

Primeiro eu circulei pela vasta planície, penteando a relva e saudando a vida que se escondia ali.

O vento então me carregou para os bosques. Lá entrei e passeei languidamente, por longas horas.

E saí com visões que me acompanharão para sempre.

Depois dos bosques, fui a pradarias, montes, vales, cabanas remotas, estradas escondidas, charnecas, ermos e redenção.

 

Já disse para esquecer os uivos! Eles podem te enlouquecer!

 

Às vezes o vento me erguia. Eu quase tocava o zênite.

Logo depois, eu mergulhava.

O frio na barriga e os sentidos aguçados me deixavam extasiado.

 

Então, eu sempre voltava e repetia o ritual.

Atirava-me ao vazio, era apanhado pelo vento e planava.

Assim foi durante milhares de vezes.

Era tudo o que eu queria.

O concílio de meus desejos mais profundos.

A minha fuga.

Ainda é, hoje.

 

Mas como eu disse, as coisas mudaram.

Nunca deixei de vir pra cá.

De fugir daquele mundo para mergulhar neste.

Vai ver foi por isso que não percebi a nuvem.

 

Sim. A nuvem negra. Esta que nos rodeia.

 

A primeira vez que a vi, era como a fumaça de uma cabana distante.

Um mero detalhe do meu horizonte místico.

 

Mas ela foi chegando. Lenta e imperceptivelmente.

“Uma tempestade”, passei a pensar. “Faz sentido”.

Indiferente, eu continuava flutuando pelo meu mundo. Que diminuía.

A sombra da nuvem o devorava placidamente. E expandia seus limites, que eu não ousava ultrapassar.

 

Isso ocorreu durante anos.

Até que resolvi avançar na nuvem.

Lembro-me como se fosse hoje.

Atirei-me ao vazio.

Eu sentia muito medo, estava agitado. Não dissimulava, pois até então econtrava-me no meu elemento.

O vento me apanhou e rumamos triunfantes.

 

Aos poucos, chegam os uivos.

A nuvem está no horizonte, perto das montanhas.

Imóvel. Desafiadora.

O frio é cada vez mais intenso.

Os lamentos também.

Comecei a sussurrar para me proteger deles.

Que não cessavam. Aumentavam.

A nuvem estava à minha frente.

Não havia volta.

Num rompante de loucura, atirei-me nela.

Nas trevas, o vento me abandonou.

Era o último fragmento do meu mundo, ali.

Então caí uma queda sem fim.

 
O pavor me dominou. E, como lhe disse, deu boca aos uivos, rosto à boca, corpo ao rosto e membros ao corpo.

Bocas carnívoras, rostos alucinantes, corpos disformes e membros brutais.

Eu caía a uma velocidade incrível, mas podia distinguir tudo.

Os uivos agora eram ensurdecedores.

A dor das mordidas, lancinante.

O horror, interminável.

E tudo ecoando. Tudo se repetindo. Intermináveis vezes.

 

Como agora.

Não me solte.

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terça-feira, 9 de maio de 2017

✫ Zumbis e Fantasmas invadindo o Wattpad ✫

Confiram esses novos contos de horror sobrenatural na íntegra pelo Wattpad!

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Esta é uma lenda sobre fantasmas, amor e morte. A raposa do folclore chinês, hulijing, é considerada uma criatura mágica, mas Wang não se importou com isso quando atirou contra uma delas, devastado pela fome que consumia a ele e sua família em um inverno rigoroso. Se não fosse tão descrente, talvez ele tivesse reagido de outra forma à chegada de Mara, jovem que veio bater à porta de sua cabana logo após o falecimento de sua esposa Kia.
 Clique na imagem ou AQUI para ler O Último Pêssego do Fan-Tao

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Os zumbis não são o maior problema nesse conto, que usa o interior de São Paulo como cenário, explorando também a arquitetura natural da Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. Quando Roberto encontra o jovem Mailson a divertir-se com duas zumbis amarradas, ele mal desconfia até onde a loucura humana pode chegar em tempos apocalípticos...
Clique na imagem ou AQUI para ler Sem Saída

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Esse conto foi publicado pela primeira vez no e-book Somnium 110, pelo CLFC (Clube Brasileiro de Ficção Científica), edição em homenagem a Isaac Asimov, e teve grande aceitação dos leitores. Para ter acesso ao e-book completo, acesse ESTE link.
 Clique na imagem ou AQUI para ler Dio, come ti ho amato!

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Este é o primeiro livro da série Vale dos Segredos, da autora Amanda Reznor. O segundo livro, "Castelformia & a Ordem de Omnia", está sendo finalizado para publicação (2017), mas não há ordem de leitura entre o primeiro e o segundo volume.
Clique AQUI para ler a degustação de cada capítulo do livro Delenda & o Vale dos Segredos!

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